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Dúvidas Frequentes

Atendimento ao Cliente
O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae-MG) é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, classificado como serviço social autônomo. Criado pela Lei 8.029/90 e Decreto 99.570/90, destinado a apoiar as micro e pequenas empresas, é mantido por contribuições parafiscais. Foi criado em 1972. Está presente em 57 microrregiões do estado, abrangendo os 853 municípios mineiros.
Atender com qualidade o cliente ou satisfazê-lo, é uma filosofia empresarial baseada na parceria. É fundamental compreender que, atender com qualidade o cliente não se resume em tratá-lo bem, com cortesia. Mais do que isso, hoje significa acrescentar benefícios a produtos e serviços, objetivando superar as expectativas dele. É necessário se estabelecer um canal direto de comunicação entre o cliente e a empresa, através do qual o primeiro é regularmente ouvido, com muita atenção, e suas críticas e sugestões são transformadas em especificações de melhores produtos e serviços. Esta filosofia, que prioriza as necessidades e interesses do cliente, e não os da própria empresa, leva a um aumento do volume de negócios, em função da fidelidade do cliente. Além disso, estudos demonstram que, para a maioria das pessoas, a qualidade do serviço é mais importante do que o seu preço, concluindo-se que os consumidores estão dispostos a pagar mais por serviços de qualidade. A implantação de um serviço orientado ao cliente necessita de um absoluto comprometimento da empresa inteira, a começar por aqueles que determinam os rumos e as estratégias maiores, ou seja, seus diretores e proprietários. Outro ponto a ser considerado, é a concessão de maior autonomia e apoio ao pessoal de linha de frente, assegurando a perfeita coordenação e interação entre todos os departamentos, desde os recursos humanos até o pessoal da linha de frente, passando pelas áreas de finanças, marketing e todas as demais. O aperfeiçoamento do relacionamento da empresa com seus clientes só ocorre se houver um amplo diálogo com o mercado. Para isso, é necessária a implantação de canais de comunicação com os consumidores através dos quais o cliente possa fazer as suas sugestões e reclamações e obter prontamente uma reposta. Além disso, a empresa deve realizar ações pró-ativas de avaliação da satisfação, também chamadas de pós-vendas. O objetivo do pós-venda é identificar tanto as deficiências no atendimento ou produtos como as novas oportunidades de vendas. Uma questão também importante para a qualidade do atendimento é o treinamento de todos aqueles que têm um contato com os clientes, para que seja entregue aos mesmos o produto/serviço que lhe foi prometido. Em outras palavras, tem que se estabelecer uma parceria não só com o cliente, mas também com o seu funcionário, já que sem a sua cooperação, qualquer plano está fadado ao insucesso. O bom atendimento levará à satisfação e à fidelidade do consumidor, traduzindo- se em mais negócios para a empresa.
Idealmente, podemos montar um cadastro de clientes utilizando-se das ferramentas de informática, ou então, podemos iniciar, de forma bem simples, a montagem de um banco de dados utilizando fichas de clientes, por exemplo. O cadastro de clientes deve conter um conjunto de informações que permita o aperfeiçoamento do relacionamento da empresa. As informações do cadastro de cliente se dividem em três grandes grupos: - Identificação: são as informações básicas para o relacionamento com o cliente, como nome completo, endereço, telefone, e-mail, número de documentos, data de nascimento, estado civil, profissão, etc. - Perfil de preferências do cliente: são informações sobre produtos, tamanhos, cores, modelos, marcas, etc. que o cliente costuma comprar. - Histórico de compras e contatos: são os registros relativos a todas as compras realizadas pelo cliente e também a todos os contatos telefônicos e malas diretas enviadas. As informações do cadastro precisam ser constantemente atualizadas, pois com o tempo, os clientes mudam de endereço, trocam seus telefones e até mesmo as preferências. O cadastro de clientes é uma das mais importantes ferramentas de marketing da pequena empresa; por isso, mantê-lo organizado e sempre disponível permite aproveitar grandes oportunidades. Lembre-se! O cliente que compra à vista também precisa ser cadastrado; afinal, ele também é ou poderá ser um cliente preferencial.
Existem diversas fontes de listas para marketing direto. Para encontrar a mais adequada, vamos definir claramente o público alvo. Se a sua empresa vende para outras empresas, as principais fontes são associações comerciais e industriais, sindicatos e entidades de classe de clientes em potencial. Também recomendo procurar anuários especializados. Existem empresas especializadas na comercialização de listas, mas cuidado ao escolher o fornecedor, pois podem aparecer oportunistas. Para se proteger dos piratas de lista, exija referências do fornecedor e um contrato de garantia de qualidade. A sua empresa também pode trocar listas com outras empresas não concorrentes, praticamente sem custo nenhum. Lembre-se: a melhor lista para uma ação de marketing direto é sempre a dos seus clientes atuais ativos. Com eles, as chances de retorno são maiores. Autor: Gustavo Carrer
Um bom cadastro é aquele que identifica oportunidades de vendas a partir de informações relevantes sobre o cliente. Essas informações são divididas em três grupos. O primeiro grupo está relacionado com a identificação básica, como nome, telefone, endereço, e-mail, data de nascimento e algum documento, se for necessário. O segundo grupo traça o perfil e o potencial de consumo do cliente. Por exemplo, uma loja de calçados precisa conhecer o número que seus clientes calçam. Já uma agência de turismo, a época que eles costumam fazer as suas viagens. O terceiro grupo corresponde ao histórico de compras do cliente. É a partir daí que o empresário pode identificar oportunidades de novas vendas. Autor: Gustavo Carrer Sebrae-SP
Recorrendo a uma pesquisa de satisfação cujo objetivo seja o de identificar e definir oportunidades e problemas relacionados à empresa. As pesquisas devem ser realizadas constantemente pela própria empresa ou por um fornecedor especializado no assunto. Muitas pessoas pensam que a pesquisa de mercado é um processo longo e formal, conduzido apenas por grandes empresas. Pequenas empresas têm se beneficiado bastante com pesquisas informais de mercado provando que não se trata de um processo exclusivo. Existem diversas alternativas informais, de baixo custo, capazes de substituir as complexas técnicas utilizadas pelos especialistas no assunto. Autor: Mauro Venício - Consultor
Compras
A nota fiscal eletrônica (NF-e) é um documento digital, ou seja, um arquivo que é emitido e armazenado eletronicamente. Seu objetivo é registrar, para fins fiscais, operações de circulação de mercadorias ou prestação de serviço. Ela fornece garantia jurídica, que é amparada pela assinatura digital do remetente e recepção do Fisco, antes da ocorrência do fato gerador. Vale destacar que uma transação somente poderá acontecer, após a emissão da NF-e; porém, é necessário enviá-la, previamente, ao portal da Secretaria da Fazenda, que retornará a solicitação do emissor num curto período de tempo. Para emissão da NF-e é necessária a utilização de um certificado digital, que deve ser adquirido junto a uma Autoridade Certificadora (AC) credenciada na ICPBrasil. Uma lista das Autoridades UAIE – Unidade de Atendimento Individual ao Empreendedor CORE – Central de Orientação Empresarial Certifcadoras comerciais pode ser obtida no site do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, ITI: www.iti.gov.br. As empresas que desenvolvem uma das atividades listadas abaixo são obrigadas a apresentar a nota fiscal eletrônica: - industrial; - comércio atacadista e distribuição; - saída de mercadorias com destino a outros estados e; - fornecimento de mercadorias para a administração pública. Para mais informações sobre as atividades que podem optar pela emissão da NF-e, sugere-se acessar o link: www.nfe.fazenda.gov.br/portal/participante_obrigatorios.aspx.
Construção Civil
Na elaboração dos orçamentos de obras, existem dois componentes que juntos determinam o preço final de uma obra: os custos diretos e o BDI. O primeiro é determinado em função das especificações dos materiais e das normas de execução dos serviços constantes nos projetos, nos memoriais descritivos e no caderno de encargos. O segundo é um componente aplicado sobre o custo direto com vistas a contemplar as despesas indiretas e o lucro da construtora. Conceitualmente, denomina-se Benefícios ou Bonificações e Despesas Indiretas (BDI) a taxa correspondente às despesas indiretas e ao lucro que, aplicada ao custo direto de um empreendimento (materiais, mão-de-obra, equipamentos), obtém-se o seu valor final.Esta taxa tanto pode ser inserida na composição dos custos unitários como pode ser aplicada ao final do orçamento, sobre o custo total. Dessa forma, o preço de execução de um serviço de construção civil (preço de venda ou valor final) é igual ao custo da obra mais a taxa de BDI.
A Qualidade na construção possui três etapas básicas: 1ª - Inicia-se na fase do projeto: elaborado a partir das necessidades do cliente, com visão de todo o sistema construtivo (integração de projetos) / 2ª - Continua na fase de produção : atendimento ao projeto e às especificações / 3ª - Permanece na fase de uso : desempenho, durabilidade e baixo custo de manutenção do produto final. Vanessa Visacro – Sebrae-MG
Cursos e Eventos do Sebrae-MG
Os cursos oferecidos pelo Sebrae-MG são gerenciais, para quem quer abrir uma empresa ou procura aperfeiçoamento. Para acessar programação completa, acesse a home page do Portal e clique em Cursos e Eventos.
O projeto Quarta Gerencial oferece palestras diversas toda quarta-feira. Horário: 19:30 às 21:00. Local: Auditório do Sebrae Minas (SEDE) - Av. Barão Homem de Melo, 329 - Nova Suiça - BH. Evento Gratuito. A programação está disponível no site, em Cursos e Eventos.
Empreendedorismo
A concorrência pode ser definida de forma ampla como todas as empresas formais e informais que atendem às mesmas necessidades do mesmo público-alvo do seu empreendimento. Portanto, para ser considerada concorrente, uma empresa precisa cumprir as duas condições: possuir produtos e serviços que atendam necessidades iguais àquelas para as quais os seus produtos e serviços são orientados e ter como foco o mesmo perfil de clientela. Uma empresa pode fabricar ou vender produtos muito parecidos com os seus e não ser um concorrente direto. Basta que ela posicione seus produtos para um público-alvo de outra faixa etária ou renda, por exemplo. Por outro lado, mesmo produtos e serviços muito distintos podem ser concorrentes, desde que atendam a mesma necessidade, por exemplo: restaurantes, lanchonetes e padarias, que em muitas situações oferecem opções diferentes de refeições para um mesmo tipo de clientes. Para identificar os concorrentes, é necessário realizar uma pesquisa de mercado que pode iniciar com o uso de uma lista telefônica da cidade. Em cidades ou bairros onde existam associações comerciais e industriais atuantes, também é possível adquirir uma lista de empresas associadas, facilitando a busca pelos concorrentes. Porém, a forma mais segura de identificar a concorrência é uma detalhada visita ao local do empreendimento. Deve-se percorrer rua por rua da região, marcando a localização dos potenciais concorrentes. em um mapa que poderá ser usado depois para a escolha do ponto comercial, por exemplo, ou mesmo para a forma de atuação.
Para analisar os concorrentes, o empresário deve avaliar os pontos fortes e fracos dos seguintes parâmetros: - Produto: qualidade, desempenho, embalagem, etc. - Ponto comercial: localização, estacionamento, facilidade de acesso, vitrines, etc. - Preço: valor, formas de pagamento, prazos, financiamento, etc. - Divulgação: intensidade, meios utilizados, freqüência, etc. - Força de vendas: quantidade e qualidade dos vendedores e pessoal de atendimento. - Logística: capacidade de armazenamento, distribuição, frota, etc. - Credibilidade: a imagem do concorrente junto ao mercado.
Finanças e Contabilidade
O Sebrae-MG é uma instituição de capacitação, agindo como multiplicador de informações. Não é um agente financeiro, ou seja não fazemos empréstimos ou financiamentos. Induzimos iniciativas que ampliem o acesso dos pequenos negócios às operações bancárias. * Valor até R$ 10.000,00 – Microcrédito * Valor acima de R$ 10.000,00 – Outras Instituições Financeiras ou o Banco que você já possui relacionamento. Orientamos que você faça seu Plano de Negócio, o que não é uma garantia para conseguir o empréstimo, mas para demonstrar para o Agente Financeiro que se preocupa em planejar.
Na cobrança de dívidas, o Código de Defesa do Consumidor define como crime utilizar ameaça, coação, constrangimento físico ou moral, afirmações falsas, incorretas ou qualquer outro procedimento que exponha o consumidor a situações embaraçosas. Para evitar problemas legais, aconselhamos que o empresário realize a cobrança sempre de forma respeitosa. A cobrança pode ser feita por contato telefônico pessoal ou por carta, onde o empresário informará o consumidor sobre a existência de uma dívida não paga, pedindo as providências para sua regularização. Nesse contato, o empresário poderá advertir o consumidor de que a não regularização da dívida resultará na adoção das medidas jurídicas cabíveis, entre elas o encaminhamento do título não pago para protesto, bem como a sua inclusão no cadastro de Serviço de Proteção ao Crédito. Autor: Boris Hermanson Sebrae-SP
O capital de giro de uma empresa é a soma dos recursos financeiros aplicados no caixa, bancos, estoques e valores a receber de clientes. Normalmente, o capital de giro é influenciado pelo volume de vendas, compras, custo das vendas e, principalmente, pelos prazos médios de estocagem, recebimento das vendas a prazo e pagamento de compras. Nossas dicas para prevenir a insuficiência do capital de giro são: Mantenha o controle da inadimplência; Adote uma política de redução de custos e despesas; Reduza os prazos de recebimento e estocagem e dilate os prazos de pagamento; Renegocie dívidas de curto prazo para longo prazo; e, principalmente, Mantenha a empresa lucrativa, pois o lucro é a principal fonte de realimentação do capital de giro. Autor: José Carlos Cavalcante Sebrae-SP
O fluxo de caixa é uma ferramenta indispensável na gestão financeira de qualquer negócio. Ele é um instrumento de gestão, que orienta o empresário sobre as entradas e saídas de caixa num determinado período de tempo. Sua principal finalidade é planejar antecipadamente os recursos financeiros da empresa. Através do fluxo de caixa, é possível fazer um acompanhamento das entradas e saídas de recursos e avaliar se a empresa trabalha com folga ou aperto financeiro. Para que o fluxo de caixa seja um instrumento financeiro eficaz, é necessário que as entradas e saídas projetadas reflitam a realidade da empresa e sejam atualizadas constantemente. Autor: José Carlos Cavalcante Sebrae-SP
A criação dos controles financeiros é sem dúvida a etapa inicial para organizar-se as finanças de qualquer empresa. Os principais controles são: contas a receber, contas a pagar, estoques e fluxo de caixa. A implantação desses controles devem acontecer simultaneamente, porém o empresário deve sempre avaliar os resultados encontrados. É importante, também, que se tenha objetivos/metas de desempenho para cada variável considerada importante, para que se possa comparar o desempenho alcançado com o desejado. Mário Vilela - SEBRAE/MG
São tantas coisas para fazer todos os dias na empresa, que dá até impressão que o tempo é insuficiente. Mas, em relação às finanças, é preciso que você, empresário, tenha sempre uma preocupação muito especial e não pense em passar a incumbência para alguém. Muitos deixam de cuidar das finanças, simplesmente por pensar que dá uma trabalheira danada e que nem sempre isso ajuda a ganhar mais dinheiro. Isso é errado. Ter atenção e acompanhar suas finanças pode até não fazer ganhar mais dinheiro, mas com certeza contribuirá muito para não perdê-lo. O importante é que você desenvolva a disciplina de querer saber mais sobre a empresa, organizar e cuidar para que todas as informações financeiras sejam anotadas e, principalmente, lembre-se de reservar um tempo para analisar o que está acontecendo e pensar nas ações necessárias para melhorar o negócio. Autor: Luís Lobrigatti Sebrae-SP
O aumento da concorrência tem feito muitos empresários esquentarem a cabeça com os custos das mercadorias. Para você, empresário de uma micro ou pequena empresa, saber o valor do custo, considere, em cada mercadoria: o valor pago para tê-la na empresa, uma parte do valor das despesas fixas, que são os gastos que ocorrem todos os meses, como aluguel, salários, telefone, pró-labore, contador e outros, e, ainda, os valores gastos na venda, como impostos, comissões de vendedores, taxas dos cartões de crédito, entre outros. Some todos esses valores e você terá o custo total da mercadoria, e com esta avaliação, você poderá tomar decisões mais acertadas no gerenciamento dos custos da sua empresa.
Caro empreendedor, tenha muito cuidado com o uso do dinheiro da empresa para pagar suas despesas pessoais. Normalmente, o descuido na retirada desses valores, faz com que as empresas enfrentem sérias dificuldades de caixa. O que piora a situação é que esses empresários alegam que retiram o mínimo necessário para viver. A pergunta é: Será que o mínimo necessário para o empresário viver é o que a empresa pode pagar? Avalie essa situação e verifique quanto é possível para a empresa pagar de pró-labore. Programe essa retirada uma ou duas vezes no mês e lembre-se que pró-labore é a remuneração para os donos que efetivamente trabalham para a empresa. Autor: Luís Lobrigatti Sebrae-SP
Ter controles financeiros da empresa pressupõe que todas as informações que envolvem entrada e saída de dinheiro estão sendo observadas e anotadas, seja num caderno, numa agenda ou num sistema informatizado. O domínio absoluto deste controle é obtido quando o empresário usa essas informações para entender o que está acontecendo com a empresa. O que nem sempre acontece quando olha-se somente para o saldo de caixa, sem saber o porquê daquele valor. Nossa dica é para que você, empresário, tenha a cada final de mês, um resumo total de entradas e saídas do dinheiro, de forma que possa avaliar o desempenho de sua empresa e tomar decisões mais acertadas. Autor: Luís Lobrigatti Sebrae-SP
Toda empresa, frequentemente, necessita de investimentos para renovar o patrimônio ou para ampliar a capacidade de vendas. Se, para investir, a empresa utilizar recursos próprios ou financiamento de terceiros, é muito importante que você leve em consideração as disponibilidades de caixa e, com isso, avalie melhor quanto será preciso para investir e quanto tem disponível em caixa para esses investimentos. Portanto, caro empreendedor, tenha sempre essa preocupação quando pensar em investir, avalie o momento mais apropriado e cuide para que situações desfavoráveis, como queda de vendas, aumento de custos, aumento da inadimplência, não comprometam as disponibilidades de caixa. Fazer isso é vital para que a empresa não passe por dificuldades financeiras, em função de investimentos realizados sem planejamento. Autor: Luís Lobrigatti Sebrae-SP
Os custos fixos, como: pró-labore, aluguel, salários e encargos, energia elétrica, telefone, etc., não variam em decorrência das vendas. Já os custos variáveis,os de compra dos produtos, os impostos, e as comissões, por exemplo, são diretamente ligados às vendas, oscilando conforme o aumento ou a redução das receitas. Esta é a primeira etapa para se penetrar diretamente no mundo financeiro da empresa, realizando os controles dos custos fixos, conhecidos também por indiretos, e os custos variáveis, os que estão diretamente ligados à comercialização dos produtos e serviços. Nos custos fixos, existe um parâmetro que normalmente é deixado de lado pelos empreendedores, o pró-labore, seja para melhorar os resultados financeiros, enganando a si mesmo, ou simplesmente porque o valor retirado é totalmente variável e de data incerta, o que acaba causando um transtorno para o controle do fluxo de caixa. Portanto, o valor de retirada dos sócios ou proprietários deve ser fixado, como também as datas. "Não se esqueça! O pró-labore é um custo; não retire os proventos dos sócios do lucro da empresa."
Gestão de Negócios e Planejamento
É um planejamento que é feito no início do negócio, que simula o funcionamento da Empresa. Ele é feito com o objetivo de calcular o valor necessário para investimento inicial, o valor do retorno para este investimento, e o tempo de retorno. Ou seja, sua função é calcular a viabilidade do negócio. O Sebrae-MG não realiza o Plano de Negócio, mas disponibiliza alguns serviços que auxiliam na sua elaboração: 1) Manual Como Elaborar um Plano de Negócio - acesso gratuito pelo site ou impresso no valor de R$ 10,00. Para encontrar o documento, basta digitar o nome dele na busca da Biblioteca Digital. 2) Software Plano de Negócio - download gratuito pela Biblioteca Digital. Após o preenchimento deverá ser enviado para o Sebrae-MG, no prazo de até 15 dias úteis, terá o retorno da análise. Para encontrar o documento, basta digitar o nome dele na busca da Biblioteca Digital. 3) Participe de nossa Consultoria de Gestão na área de Finanças e/ou Marketing, onde poderá receber dicas e orientações para elaborar seu Plano de Negócio.
O Ponto de Partida traz informações essenciais para abrir um negócio. Ele é dividido em dois manuais: um com instruções gerais sobre abertura de empresas e outro com informações específicas sobre mais 250 ideias de negócios. Os manuais estão disponíveis para download gratuito em nosso site, na Biblioteca Digital.
Série Como Elaborar é composta por manuais que fornecem uma visão ampla e prática das ferramentas de gestão existentes, contribuindo para o aprimoramento do desenvolvimento dos pequenos empreendimentos. TEMAS DOS MANUAIS: 1) Como Elaborar um Plano de Negócios 2) Como Elaborar um Plano de Marketing 3) Como Elaborar uma Pesquisa de Mercado 4) Como Elaborar Controles Financeiros 5) Como Elaborar Estratégia de Comercialização 6) Como Elaborar um Plano de Vendas 7) Como Elaborar um Plano de Cadastro, Crédito e Cobrança 8) Como Elaborar Campanhas Promocionais 9) Como Elaborar um Planejamento de Recursos Humanos 10) Como Elaborar o Preço de Venda. Os manuais estão disponíveis para download na Biblioteca Digital, impresso em nossos pontos de atendimento, valor R$ 10,00 cada manual. É necessário agendar atendimento para comprar o material.
O empresário deve seguir os seguintes procedimentos, conforme instruções do INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial – www.inpi.gov.br: 1) Realizar o depósito da marca junto ao INPI, preenchendo os formulários oficiais, seguindo as normas e as regras da instituição, quanto aos valores das taxas, datas e outras obrigações; 2) Aguardar o exame formal da marca; 3) Solicitar a publicação do pedido para manifestação; 4) Aguardar a publicação do deferimento do prazo para o pagamento da taxa; 5) Aguardar a concessão do registro pela entidade.
A resposta esperada, para esta pergunta, poderia ser: - O quanto antes melhor! Porém, na verdade, não existe um prazo de retorno ideal para um empreendimento. Existe sim um limite de aporte de capital por parte do empreendedor, que dependerá exclusivamente das suas possibilidades financeiras, ou de um investidor, que poderá ser um sócio, ou outra pessoa ou instituição que acredita no potencial da futura empresa. Enquanto a empresa não conseguir obter um saldo suficiente para cobrir as despesas, ou se este valor for muito pequeno, o empreendedor terá que realizar constantes subsídios financeiros, o que poderá esgotar as suas reservas financeiras ao longo do tempo, afetando não somente o negócio, como também a sua vida pessoal. Portanto, mantenha total controle sobre o fluxo de caixa, pois este instrumento poderá avisar, com a antecedência necessária, as oscilações financeiras.
Legislação e Tributo
Considera-se EI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil, que tenha auferido receita bruta, no ano-calendário anterior, de até R$ 36.000,00 e que seja optante pelo Simples Nacional.
A Lei Complementar no. 128/2008 que alterou a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar nº 123/2006).
O EI, antes de se formalizar, deve verificar na Prefeitura se naquele endereço residencial pode ser instalado seu negócio. O Município poderá conceder Alvará de Funcionamento Provisório para o Empreendedor Individual: I - instalado em áreas desprovidas de regulação fundiária legal ou com regulamentação precária; II - em residência do Empreendedor Individual, na hipótese em que a atividade não gere grande circulação de pessoas.
Sim. Contudo, o Empreendedor Individual não poderá realizar cessão ou locação de mão-de-obra. Isso significa que o benefício fiscal criado pela Lei Complementar 128/2008 é destinado ao empreendedor e não à empresa que o contrata. Significa, também, que não há intenção de fragilizar as relações de trabalho, não devendo o instituto ser utilizado por empresas para a transformação em Empreendedor Individual de pessoas físicas que lhes prestam serviços.
É permitido que o Empreendedor Individual - EI, no seu ramo de negócio, venha a ser fornecedor ou prestador de serviço para pessoas físicas ou para uma ou mais empresas, emitindo notas fiscais. O que NÃO é permitido é que o vínculo empregatício (emprego com carteira assinada) seja substituído pela condição de EI, pois o benefício fiscal criado pela Lei Complementar 128/2008 é destinado ao empreendedor e não às empresas que o contratem.
A contabilidade formal como livro diário e razão está dispensada. Não é preciso também ter livro caixa. Contudo, o EI deve zelar pela sua atividade e manter um mínimo de organização em relação ao que compra, ao que vende e quanto está ganhando. Essa organização permite gerenciar melhor o negócio e a própria vida, além de ser importante para crescer e se desenvolver. O empreendedor deverá registrar, mensalmente, em formulário simplificado, o total das suas receitas. Deverá manter em seu poder, da mesma forma, as notas fiscais de compras e vendas de produtos e de serviços.
Sim, mensalmente o EI deverá preencher um relatório de quanto o empreendimento faturou, com emissão de notas fiscais e sem a emissão de notas fiscais. Pode ser de próprio punho e não precisa ser enviada a nenhum órgão, basta guardá-lo. Além disso, o empreendedor deverá manter as notas fiscais de suas compras e vendas.
Sim, apenas para a Receita Federal do Brasil. Uma vez por ano o Empreendedor Individual deverá fazer uma declaração do seu faturamento, também pela Internet e nada mais. Essa declaração deverá ser feita até o último dia do mês de janeiro de cada ano.
Antes de se formalizar, o ambulante, com ou sem lugar fixo, deverá verificar na Prefeitura se pode exercer sua atividade no local escolhido. A obtenção do CNPJ, a inscrição na Junta Comercial e o Alvará Provisório não dispensam o atendimento às normas de ocupação dos Municípios, que devem ser observadas e obedecidas. Apesar do Portal do Empreendedor autorizar o funcionamento imediato do empreendimento, as declarações do empresário de que observa as normas e posturas municipais, são fundamentais para que não haja prejuízo à coletividade e ao próprio empreendedor que, caso não seja fiel ao cumprimento das normas como declarou, estará sujeito a multas, apreensões e até mesmo fechamento do empreendimento e cancelamento do seu registro.
A formalização é feita de forma gratuita pelo Portal do Empreendedor no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br. Há um considerável número de empresas contábeis espalhadas pelo Brasil que poderão realizar a formalização do EI de graça. Para saber quem são essas empresas consulte a relação constante dos endereços no Portal do Empreendedor na Internet. O SEBRAE é outro parceiro que oferecerá orientação de graça sobre a formalização.
Como a formalização é feita pela Internet, o CNPJ, a inscrição na Junta Comercial, no INSS e o Alvará Provisório de Funcionamento são obtidos imediatamente, gerando um documento único, que é o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual - CCMEI. Não há a necessidade de assinaturas ou envio de documentos e cópias. Tudo é feito eletronicamente. Lembre-se, também, de que é necessário conhecer as normas da Prefeitura para o funcionamento do seu negócio, seja ele qual for. Não se registre se não estiver dentro dos requisitos municipais, principalmente em relação à possibilidade de atuar naquele endereço.
Sim, a formalização pode ser feita em qualquer época de forma gratuita no Portal do Empreendedor: www.portaldoempreendedor.gov.br
Não existe custo para formalização do EI. O ato de formalização está isento de qualquer tarifa ou taxa.
Não é necessário encaminhar nenhum documento à Junta Comercial. A formalização do Empreendedor Individual será feita de forma gratuita pela Internet no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br. Após o cadastramento, o CNPJ, a inscrição na Junta Comercial, no INSS e o Alvará Provisório de Funcionamento são obtidos imediatamente, gerando um documento único, que é o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual - CCMEI.
A idade mínima é de 16 anos. Menores de 16 anos não podem se registrar como EI. Além das pessoas físicas maiores de 18 anos capazes de praticarem atos na vida civil, também poderão registrar-se como EI aquelas maiores de 16 anos e menores de 18 anos legalmente emancipadas. Nesse caso é obrigatório no ato da inscrição do EI o preenchimento eletrônico, diretamente no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br) da Declaração de Capacidade com o seguinte texto: "Declaro, sob as penas da Lei, ser legalmente emancipado".
Sim. A Secretaria da Receita Federal, as Secretarias de Fazenda dos Estados e as Secretarias Municipais de Finanças poderão fiscalizar o cumprimento das obrigações fiscais. Além das fiscalizações tributárias, também poderão ser realizadas fiscalizações, que obrigatoriamente deverão ser orientadoras, de aspectos trabalhista, metrológico, sanitário, ambiental e de segurança, conforme o artigo 55 da Lei Complementar 123/2006.
Sim, pode ter mais de uma ocupação. Ao se formalizar, o EI deve registrar uma ocupação relativa a sua atividade principal e pode registrar até quinze ocupações para suas atividades secundárias. A cada ocupação registrada será atribuído um código de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).
O EI não tem contrato social e não pode ter sócio. O Contrato Social é o instrumento legal entre pessoas que se juntam para formar uma empresa. Como o EI não pode ter sócio, não tem contrato social. Caso o EI queira ter um sócio no futuro, poderá solicitar à Junta Comercial a transformação de seu registro para sociedade.
As informações cadastrais do EI, após sua inscrição, serão disponibilizadas imediatamente para as Juntas Comerciais e até o segundo dia útil do mês subseqüente à sua inscrição, para os Estados e Municípios.
Ainda não é permitido ao EI o cadastramento de nome Fantasia. Essa possibilidade somente se tornará viável depois de serem realizadas modificações no Portal do Empreendedor.
O processo de formalização do EI será considerado devidamente concluído com a emissão automática, pelo Portal do Empreendedor, do Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI), que é o documento comprobatório do registro do Empreendedor Individual.
Ocorrendo a constatação de existência de incorreção dos dados cadastrais informados o EI deve, conforme orientação da Receita Federal do Brasil, dirigir-se aos Correios, ao Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal, munido dos documentos pessoais que comprovem a incorreção.
O Portal do Empreendedor utiliza a base oficial de Códigos de Endereçamento Postal do Correios. Assim, diante de eventual diferença entre o CEP informado pelo Portal e o endereço cadastrado no formulário eletrônico recomenda-se que o Empreendedor verifique o CEP correspondente ao seu endereço no site dos Correios (www.correios.com.br) ou junto à unidade mais próxima dos Correios.
Nesses casos, o formulário de inscrição vai preencher, automaticamente, o bairro, o município e a UF e vai solicitar ao usuário que preencha os demais campos referentes ao endereço.
Somente pode se formalizar como EI quem exerça ocupação constante da lista de atividades permitidas pela Resolução CGSN nº 58/2009. Desta forma, recomenda-se que antes de iniciar o processo de formalização o EI verifique se sua atividade consta na lista.
No momento da formalização o EI não pode ser titular, sócio ou administrador de outra empresa, pois isto constitui impedimento para o seu cadastramento.
Atualmente, depois de efetivada a formalização do EI não é possível realizar qualquer alteração ou baixa diretamente no Portal do Empreendedor. Oportunamente, serão disponibilizadas as funcionalidades que permitirão a alteração ou a baixa do EI no próprio Portal. A alteração de dados ou baixa do EI tem custo e deve ser realizada na Junta Comercial. Os valores cobrados dependem de cada Junta Comercial.
Não é permitida a transferência do CNPJ ou da condição de Empreendedor Individual. O CCMEI - Certificado da Condição de Microempreendedor Individual é um registro pessoal e intransferível.
Os Empreendedores Individuais que se formalizaram até 07/02/2010 podem ter tido a sua formalização cancelada pela Junta Comercial. Esses Empreendedores poderão solicitar outra inscrição diretamente no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br). Neste caso, o EI receberá um novo CNPJ. Para os Empreendedores Individuais que se formalizaram após essa data, o cancelamento não ocorrerá por iniciativa da Junta Comercial, podendo ocorrer apenas por iniciativa da Prefeitura.
Para o pagamento dos impostos e contribuições o EI deve imprimir a guia de pagamento (DAS) disponibilizada no Portal do Empreendedor e deve efetuar o pagamento na Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e casas lotéricas.
Sim, é necessário estar cadastrado no Simples Nacional. Contudo, o cadastro no Simples Nacional é realizado automaticamente quando o EI formaliza-se no Portal do Empreendedor. A impressão do DAS é feita diretamente no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br) com a informação do CNPJ.
Caso o pagamento não seja realizado na data certa haverá cobrança de juros e multa. A multa será de 0,33% por dia de atraso limitado a 20% e os juros serão calculados com base na taxa SELIC, sendo que para o primeiro mês de atraso os juros serão de 1%. Após o vencimento deverá ser gerado novo DAS, acessando-se novamente o endereço www.portaldoempreendedor.gov.br. A emissão do novo DAS já conterá os valores da multa e dos juros, sem precisar fazer cálculos e não custa nada.
O EI deverá obrigatoriamente emitir nota fiscal nas vendas e nas prestações de serviços realizadas para pessoas jurídicas (empresas) de qualquer porte, ficando dispensado desta emissão para o consumidor final, pessoa física.
Para obtenção de nota fiscal de prestação de serviços o EI deve procurar orientações junto à Secretaria de Finanças da Prefeitura do município onde ele está estabelecido. Já para a obtenção de nota fiscal de venda de produtos o EI deve procurar a unidade mais próxima da Secretaria de Fazenda do Estado no qual ele está estabelecido.
O lucro líquido obtido pelo Empreendedor Individual na operação do seu negócio é isento e não tributável no Imposto de Renda Pessoa Física - IRPF. Contudo o EI, na qualidade de contribuinte, nos termos da legislação do Imposto de Renda, está isento de apresentar a declaração anual de ajuste de IRPF, desde que esta seja sua única fonte de renda.
Sim, ao realizar a inscrição no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br) serão gerados imediatamente o CNPJ, a inscrição na Junta Comercial, no INSS e o Alvará de Funcionamento Provisório num documento único, que é o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual - CCMEI, exibido no Portal e que deverá ser impresso pelo EI.
A concessão do Alvará de Localização depende da observância das normas contidas nos Códigos de Zoneamento Urbano e de Posturas Municipais. Por esse motivo, a maioria dos municípios mantém o serviço de consulta prévia para o empreendedor investigar se o local escolhido para estabelecer a sua empresa está de acordo com essas normas. Além disso, outras normas deverão ser seguidas, como as sanitárias, por exemplo, para quem manuseia alimentos. Assim, antes de qualquer procedimento, o empreendedor deve consultar as normas municipais para saber se existe ou não restrição para exercer a sua atividade no local escolhido, além de outras obrigações básicas a serem cumpridas. No Portal do Empreendedor o interessado irá declarar que está cumprindo a legislação municipal, motivo pelo qual é fundamental que ele consulte essas normas e declare, de forma verdadeira, que entende a legislação e a obedecerá, sob pena de ter o seu empreendimento considerado irregular. Esse documento terá o valor de alvará provisório por até 180 dias. O ambulante ou quem trabalha em lugar fixo deverá conhecer as regras municipais antes de fazer o registro, com relação ao tipo de atividade e ao local onde irá trabalhar. Apesar do Portal do Empreendedor emitir documento que autoriza o funcionamento imediato do empreendimento, as declarações do empresário, de que observa as normas e posturas municipais, são fundamentais para que não haja prejuízo à coletividade e ao próprio empreendedor que, caso não seja fiel ao cumprimento das normas como declarou, estará sujeito a multas, apreensões e até mesmo o fechamento do empreendimento e cancelamento de seus registros. Caso o município averigúe e constate alguma ilegalidade nessa declaração, nesses 180 dias de validade do documento que equivale ao alvará provisório, todo o registro da empresa (CNPJ, inscrição na Junta Comercial, INSS, etc) serão sumariamente revogados. Caso o empreendedor não disponha dessa informação, recomenda-se expressamente que ele não finalize o registro. O SEBRAE, os escritórios de contabilidade e a própria administração municipal estão aptos a prestar as informações necessárias.
Após o prazo de 180 dias, não havendo manifestação da Prefeitura Municipal quanto à correção do endereço onde está estabelecido o EI e quanto à possibilidade de exercer a atividade empresarial no local desejado, o Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Alvará de Licença e Funcionamento Provisório se converterá automaticamente em Alvará de Funcionamento.
Inicialmente no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br). Persistindo a dúvida, é recomendado ao EI dirigir-se a Prefeitura do seu Município, ao SEBRAE ou a um contador. Consulte os contadores listados no Portal do Empreendedor.
A lei prevê a possibilidade da contratação de até um empregado com remuneração de um salário mínimo ou piso da categoria.
Ao admitir um empregado, o EI deverá solicitar a entrega dos seguintes documentos: (1) Carteira de Trabalho e Previdência Social - CTPS: deverá ser solicitada ao empregado para realização das anotações devidas e devolvida no prazo de 48 horas, contra-recibo (recomenda-se a emissão de protocolo de entrega, quando o funcionário fornece a CTPS ao empregador, assim como na ocasião em que o empregador devolve o documento ao trabalhador); (2) Certificado Militar: prova de quitação com o serviço militar (para os maiores de 18 anos); (3) Certidão de Casamento e de Nascimento, que servirão para a verificação de dados, concessão do salário-família e abatimento dos dependentes para efeito do Imposto de Renda; (4) Declaração de dependentes para fins de Imposto de Renda na fonte; (5) Atestado Médico Admissional; (6) Declaração de rejeição ou de requisição do vale transporte; (7) Outros documentos: cédula de identidade, CPF, cartão PIS (Programa de Integração Social). Após recebida a documentação, o EI deverá: (1) Anotar na CTPS a data de admissão, a remuneração e as condições especiais, se houver; (2) Devolver ao empregado a sua CTPS em 48 horas; (3) Preencher a ficha de salário-família; (4) Incluir a admissão no CAGED - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Até o dia 15 de cada mês, o EI deverá postar o formulário que pode ser adquirido nos próprios Correios, no qual há a informação sobre o movimento de pessoal ocorrido do mês anterior; (5) Efetuar o cadastro no PIS, caso o empregado não possua a sua matrícula.
A contratação de um empregado pode ser feita sem o auxílio de um contador. Todavia, optando por utilizar-se do auxílio de um profissional da contabilidade o EI poderá consultar a lista de escritórios de contabilidade disponibilizada no Portal do Empreendedor, sendo que esse serviço poderá ser cobrado pelo contador.
O custo previdenciário, recolhido em GPS - Guia da Previdência Social, é de R$ 59,95 (correspondentes a 11% do salário mínimo vigente), sendo R$ 16,35 (3% do salário mínimo) de responsabilidade do empregador e R$ 43,60 (8%) descontado do empregado. Esses valores se alteram caso o piso salarial da categoria profissional seja superior ao salário-mínimo.
Sim, mensalmente o EI deve preencher e entregar a Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social - GFIP. A GFIP deverá ser entregue/recolhida até o dia 7 do mês seguinte àquele em que a remuneração foi paga, creditada ou se tornou devida ao trabalhador e/ou tenha ocorrido outro fato gerador de contribuição à Previdência Social. Caso não haja expediente bancário no dia 7 (dia da entrega), a entrega deverá ser antecipada para o dia de expediente bancário imediatamente anterior.
Cobertura previdenciária para o empreendedor e sua família, traduzida nos seguintes benefícios: (1) Para o Empreendedor: (1.1) Aposentadoria por idade: mulher aos 60 anos e homem aos 65. É necessário contribuir durante 15 anos pelo menos e a renda é de um salário mínimo; (1.2) Aposentadoria por invalidez : é necessário 1 ano de contribuição; (1.3) Auxílio doença: é necessário 1 ano de contribuição; (1.4) Salário maternidade (mulher): são necessários 10 meses de contribuição. (2) Para a família: (2.1) Pensão por morte: a partir do primeiro pagamento em dia; (2.2) Auxílio reclusão: a partir do primeiro pagamento em dia. Observação: se a contribuição do Empreendedor Individual se der com base em um salário mínimo, qualquer benefício que ele vier a ter direito também se dará com base em um salário mínimo.
Sim, os anos de contribuição, devidamente recolhidos, podem ser contados para concessão de benefício para o EI, exceto para aposentadoria por tempo de contribuição ou Certidão de Tempo de Contribuição - CTC. Caso o empreendedor queira que o período contribuído antes da formalização como EI seja computado para efeito de aposentadoria por tempo de contribuição e para CTC deverá complementar o período que foi contribuído com base em 11% com a contribuição de 9% sobre o salário mínimo (código 1295 na GPS), mantendo, assim, a contribuição com a alíquota de 20% para todo o período contribuído.
Não. Para ter direito aos benefícios como EI, basta se formalizar e contribuir com 11% sobre o salário mínimo, mensalmente. Mas, caso exerça outra atividade, além da que exerce como Empreendedor Individual, a contribuição previdenciária também será devida em relação a essa outra atividade.
Os benefícios concedidos pela Previdência Social ao Empreendedor Individual nesta categoria serão no valor de um salário mínimo. Mas, caso exerça outra atividade, além de EI, contribuindo com 20% em relação a esta atividade e complemente com 9% a contribuição de 11% relativamente ao EI, os valores das contribuições serão somados para compor a base de cálculo para concessão de aposentadoria, inclusive por tempo de contribuição e CTC.
Os benefícios concedidos pela Previdência Social ao Empreendedor Individual nesta categoria serão no valor de um salário mínimo.
O aposentado por invalidez que retorna ao trabalho como EI ou realizando qualquer outra atividade é considerado recuperado e apto ao trabalho, portanto, deixará de receber o benefício por invalidez.
Depende do tipo de benefício recebido pelo menor. Se a pensão foi concedida por morte do beneficiário, os atos praticados com relação ao tutor não refletirão no menor detentor da pensão. Mas se o benefício for assistência, este menor e o tutor fizerem parte do grupo familiar e tiverem a renda familiar computada para efeito de concessão de benefício de prestação continuada - BPC/LOAS e como EI o valor da renda familiar ultrapassar 1/4 do salário mínimo por pessoa da família, o benefício poderá ser revisto e provavelmente encerrado. Mas se é apenas tutor de um beneficiário de pensão por morte ou o benefício não se enquadre nas condições expostas acima o menor não perderá o benefício ou pensão.
A Seguridade Social é financiada por toda sociedade, de forma direta e indireta, mediante recursos provenientes, dentre outros, de contribuições sociais. Portanto, existe o caráter solidário na contribuição previdenciária. Neste caso o EI estaria contribuindo para que outros tenham benefícios tal como ele tem. O EI é segurado obrigatório da Previdência Social. A partir do momento que inicia a atividade fica obrigado a contribuir esteja aposentado ou não.
Poderá agendar eletronicamente o atendimento através da página da Previdência na Internet (www.previdencia.gov.br), selecionando a opção "REQUERIMENTO DE SALÁRIO MATERNIDADE" ou pela Central de Atendimento 135 ou ainda, dirigir-se à Agência da Previdência Social - APS mais próxima da sua residência. O salário-maternidade da Empreendedora Individual será pago diretamente pelo Instituto Nacional do Seguro Social. Durante o período de percepção de salário-maternidade, será devida a contribuição previdenciária e descontada do salário-maternidade as seguintes alíquotas de contribuição sobre o valor do benefício da EI: 11% (onze por cento) ou 20% (vinte por cento), se estiver complementando para obter aposentadoria por tempo de serviço e CTC. A contribuição pela EI, relativa à fração de mês, por motivo de início ou de término do salário-maternidade, deverá ser efetuada pela segurada em valor mensal integral e a contribuição devida no curso do benefício será descontada pelo Instituto Nacional do Seguro Social do valor do benefício.
O beneficiário de seguro desemprego que se formalizar como EI não será mais considerado como desempregado, portanto, não fará jus ao seguro desemprego.
Há previsão legal (Lei 8.112/90) proibindo ao servidor público em atividade de ser empresário, portanto, esta categoria não se enquadra como EI. Mas, se servidor público for aposentado, exceto por invalidez, poderá ser EI. O pensionista se não for servidor público em atividade e não tiver aposentadoria por invalidez, poderá ser EI, não há impedimento.
Tanto as instituições financeiras públicas quanto as privadas têm desenvolvido produtos e serviços financeiros voltados ao Empreendedor Individual - EI. Dentre as instituições públicas destacam-se a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste e o Banco da Amazônia.
Na Caixa Econômica Federal: (1) CCMEI - Certificado de Condição do Empreendedor Individual; (2) documentos pessoais do Empreendedor (Documento de Identidade e CPF); (3) comprovante de endereço residencial do EI. Para avaliação de crédito, além dos documentos já entregues na abertura de conta, é solicitado o preenchimento da "Ficha Cadastro Empreendedor Individual", modelo disponibilizado pela CAIXA. Nesse modelo o EI declara o seu faturamento, bem como algumas de suas despesas. No Banco do Brasil: (1) CCMEI - Certificado de Condição do Empreendedor Individual; (2) documentos pessoais do Empreendedor (Documento de Identidade e CPF); (3) Comprovante de Residência; (4) CNPJ.
Não existe uma legislação específica que obrigue as instituições financeiras a manterem linhas de crédito para o EI. Todavia, e em consonância com o artigo 58 da Lei Geral de MPE, "Os bancos comerciais públicos e os bancos múltiplos públicos com carteira comercial e a Caixa Econômica Federal manterão linhas de crédito específicas para as microempresas e para as empresas de pequeno porte, devendo o montante disponível e suas condições de acesso ser expressos nos respectivos orçamentos e amplamente divulgadas". Outra informação relevante é que a Federação Brasileira dos Bancos - Febraban - comunicou à sua rede associada sobre a necessidade de se observar os procedimentos e/ou documentos necessários para abertura de conta corrente para EI. Cabe ainda destacar que o fato de existir linhas de crédito específicas para o segmento não significa dizer que os tomadores terão acesso garantido às mesmas, o que ocorrerá conforme análise e procedimentos da instituição financeira e suas condições gerais de financiamento.
O CNAE é a Classificação Nacional de Atividade Econômica. O NIRE é o Número de Inscrição do Registro de Empresas, é o número fornecido pela Junta Comercial confirmando a formalização do EI. O NIT é o Número de Inscrição do Trabalhador fornecido pelo INSS que confirma a inscrição do Trabalhador na Previdência Social.
A relação de escritórios de contabilidade para atendimento ao EI está disponível no Portal do Empreendedor. Para visualizar a relação o EI deve acessar o Portal e na tela inicial clicar "Onde Obter Ajuda" e depois no item "Encontre Escritórios de Contabilidade na sua Cidade".
O registro como EI não causa a perda do benefício do Programa Bolsa Família.
Se você recebe algum benefício do Bolsa Família, e tiver aumentado sua renda familiar, a perda do benefício não é imediata. Sua família continuará recebendo normalmente até a próxima atualização cadastral. A atualização das informações no Cadastro Único é obrigatória para as famílias que recebem o benefício do Programa, e deve ser feita, no mínimo, a cada dois anos. Não atualizar pode levar ao cancelamento do benefício. Para saber qual é a data-limite da sua próxima atualização cadastral, procure o responsável pelo Programa Bolsa Família em seu município.
Marketing
Existem diversas fontes de listas para marketing direto. Para encontrar a mais adequada, vamos definir claramente o público alvo. Se a sua empresa vende para outras empresas, as principais fontes são associações comerciais e industriais, sindicatos e entidades de classe de clientes em potencial. Também recomendo procurar anuários especializados. Existem empresas especializadas na comercialização de listas, mas cuidado ao escolher o fornecedor, pois podem aparecer oportunistas. Para se proteger dos piratas de lista, exija referências do fornecedor e um contrato de garantia de qualidade. A sua empresa também pode trocar listas com outras empresas não concorrentes, praticamente sem custo nenhum. Lembre-se: a melhor lista para uma ação de marketing direto é sempre a dos seus clientes atuais ativos. Com eles, as chances de retorno são maiores. Autor: Gustavo Carrer Sebrae-SP
Como as pessoas são diferentes umas das outras, naturalmente também existirão diferentes maneiras de se ver uma mesma empresa. A pergunta é como gostaríamos de ser vistos pelo mercado? Para construirmos uma imagem favorável à competitividade, precisamos desenvolver ações direcionadas, tanto para o ambiente interno, como para o ambiente externo, que devem ser planejadas e implementadas através de técnicas de relações públicas, patrocínios de atividades comunitárias, participação ativa da direção da empresa com negociantes locais e com a comunidade, realização de palestras ou seminários de interesse público ou até mesmo comprar uma causa justa para ajudar a salvar alguma espécie ameaçada de extinção. É fundamental que a empresa pesquise seu público, periodicamente, para descobrir se suas atividades estão contribuindo para a melhoria de sua imagem no mercado, uma vez que nenhum conceito poderá ser mudado da noite para o dia. Autor: Mauro Venício – Consultor
O e-mail, quando usado corretamente, é uma poderosa arma de comunicação e vendas; mas o uso inadequado corre o risco de despertar a ira dos destinatários. A principal regra é não enviar e-mail para empresas ou pessoas que não tenham declarado interesse em recebê-los. Mas outras questões são importantes, como a relevância do conteúdo para cada cliente, o tamanho e a complexidade das mensagens, que devem ser pequenas, leves e objetivas e, principalmente, conter a opção de exclusão imediata da lista, para que o cliente não tenha o trabalho de responder solicitando. O e-mail é uma das mais modernas e baratas ferramentas de marketing, acessível a praticamente todas as empresas. Mas não devemos esquecer que a internet, principalmente quando tratando do consumidor final, ainda é privilégio de uma pequena parte da população; por isso, não pode ser adotada como uma única estratégia de comunicação. Autor: Gustavo Carrer Sebrae-SP
Vantagens: custo por contato baixo. Prazos curtos de produção. Permite uma rápida concretização do planejamento. Meio flexível, que permite segmentar o público-alvo, “regionalizar”, estar presente em várias durações e períodos de horários específicos. Possibilita a obtenção de elevados índices de repetição. Elevada capacidade de exploração musical. Excelente meio no que diz respeito ao contato direto com o público. Desvantagens: fraca demonstração e identificação com produto. Proporciona níveis de cobertura baixos, sendo que os elevados níveis de repetição provocam o rápido esgotamento da comunicação utilizada
Vantagens: possibilidade de segmentação em nível comportamental e comunicação interativa. Rápida evolução em nível de penetração. No futuro, haverá a possibilidade de se identificar em pormenor cada contato. Desvantagens: ausência de dados rigorosos de audiência e ainda baixo nível de penetração, principalmente nas famílias de baixa renda.
Vantagens: meio audiovisual de grande impacto. Elevada eficácia, com custo de contato relativamente baixo. Excelente veículo para a demonstração do produto. Possibilita a cobertura em nível nacional, elevados níveis de qualidade e de penetração em todos os segmentos da população. Grande flexibilidade, pois permite a seleção de vários períodos e horários em programas distintos, com diferentes durações e sob a forma de patrocínio. Resultados rápidos em termos de cobertura e impacto. Desvantagens: o tempo de vida de um spot televisivo é curto. Elevados custos de produção, com necessidade de orçamento elevado para um impacto mínimo. Obriga um planejamento a longo prazo, devido à saturação publicitária do meio. Dificuldade em alcançar um alvo muito específico.
Vantagens: meio de grande impacto, com proximidade da possibilidade do consumo. Desvantagens: fraco nível de penetração. Níveis de repetição muito baixos.
Vantagens: cobertura em nível nacional. Maior tempo de exposição da comunicação ao alvo, com contato direto do público. Grande flexibilidade em termos de regionalização, possibilidade de segmentação e variedade de formatos e localizações. Não exige um orçamento elevado para um mínimo de impacto. Desvantagens: a elevada repetição implica custos elevados. A fidelidade da audiência obriga a uma maior diversificação de suportes selecionados, para se garantir um mínimo de cobertura. Elevado custo por contato. Obriga um planejamento a longo prazo, devido à saturação publicitária e condicionamentos de ordem técnica, como, por exemplo, baixos índices de cobertura em alguns segmentos da população.
Vantagens: obtém elevados níveis de repetição. Não requer uma atitude de recepção do consumidor para se entrar em contato com ele. Excelente meio de lembrança da comunicação utilizada em outros meios, o que reforça os níveis de conhecimento. Grande flexibilidade em termos de regionalização, dimensão e forma, como cartazes, painéis rotativos, zepelins, etc. Desvantagens: elevados custos de produção. Exige um planejamento a longo prazo, devido às necessidades técnicas de produção. Meio fraco para a veiculação de mensagens publicitárias sofisticadas.
Vantagens: possibilidade de contato direto, e personalizado, com o público-alvo. Elevada possibilidade de segmentação do alvo a ser atingindo. A eficácia nos resultados obtidos é conseguida através da utilização de técnicas específicas de comunicação. Desvantagens: escolha limitada dos alvos a serem atingidos. Grandes lacunas de listagens em alguns segmentos populacionais.
Vamos abordar as ferramentas de marketing mais comuns descrevendo em seguida suas características e suas aplicações práticas: (1) Assessoria de Imprensa: desperta o interesse dos veículos de comunicação sobre os produtos e serviços de sua empresa. Entretanto, é preciso alcançar um maior grau de maturidade e segurança de marketing. Portanto, geralmente não é um meio prioritário para as empresas iniciantes. (2) Relações Públicas: o contato estreito com a comunidade local desperta a boa vontade com a sua empresa, através de iniciativas como patrocínios de times de futebol, quermesses, etc. (3) Promoção de Vendas: degustação, amostras, estandes em feiras, concursos, sorteios, brindes, faixas, adesivos, ímãs de geladeira, encartes, displays. As promoções são ações de curto prazo, por isso precisam ser feitas constantemente para ter a imagem de sua empresa reconhecida no mercado. (4) Mídias Alternativas: são veículos de comunicação que não seguem o padrão usual da relação audiência - impacto. Lembre-se de que essas iniciativas não substituem as ferramentas habituais de divulgação. Alguns exemplos: carro de som, panfletos, balões e dirigíveis, anúncios aplicados em bancos da praças, lixeiras públicas, abrigos de ônibus; calendários, risque-rabisque.
Produtos e Serviços do Sebrae-MG
Por meio de uma sala de bate-papo, você poderá esclarecer dúvidas sobre temas de gestão empresarial com um técnico especialista. Basta consultar a programação e no dia e horário determinados acessar a sala de bate-papo: www.sebraemg.com.br/chat. As salas têm duração de 2 horas e comportam até 5 participantes simultaneamente.
As Consultorias de Gestão são atendimentos individuais ou em grupo de forma presencial ou à distância (internet e telefone), sobre Gestão Empresarial com foco em Finanças, Legislação, Marketing e Recursos Humanos, realizados por técnicos especialistas do Sebrae-MG. O técnico de atendimento identifica e analisa o problema, diagnosticando suas possíveis causas e orientando sobre soluções que poderão ser utilizadas para se alcançar o resultado desejado.
O agendamento poderá ser feito através do 0800 570 0800 ou atendimento online. Esse atendimento é presencial, gratuito, com duração entre 30 minutos e 1 hora. Você receberá informações e esclarecimentos generalistas.
É um planejamento que é feito no início do negócio, que simula o funcionamento da Empresa. Ele é feito com o objetivo de calcular o valor necessário para investimento inicial, o valor do retorno para este investimento, e o tempo de retorno. Ou seja, sua função é calcular a viabilidade do negócio. O Sebrae-MG não realiza o Plano de Negócio, mas disponibiliza alguns serviços que auxiliam na sua elaboração: 1) Manual Como Elaborar um Plano de Negócio - acesso gratuito pelo site ou impresso no valor de R$ 10,00. Para encontrar o documento, basta digitar o nome dele na busca da Biblioteca Digital. 2) Software Plano de Negócio - download gratuito pela Biblioteca Digital. Após o preenchimento deverá ser enviado para o Sebrae-MG, no prazo de até 15 dias úteis, terá o retorno da análise. Para encontrar o documento, basta digitar o nome dele na busca da Biblioteca Digital. 3) Participe de nossa Consultoria de Gestão na área de Finanças e/ou Marketing, onde poderá receber dicas e orientações para elaborar seu Plano de Negócio.
O Ponto de Partida traz informações essenciais para abrir um negócio. Ele é dividido em dois manuais: um com instruções gerais sobre abertura de empresas e outro com informações específicas sobre mais 250 ideias de negócios. Os manuais estão disponíveis para download gratuito em nosso site, na Biblioteca Digital.
Série Como Elaborar é composta por manuais que fornecem uma visão ampla e prática das ferramentas de gestão existentes, contribuindo para o aprimoramento do desenvolvimento dos pequenos empreendimentos. TEMAS DOS MANUAIS: 1) Como Elaborar um Plano de Negócios 2) Como Elaborar um Plano de Marketing 3) Como Elaborar uma Pesquisa de Mercado 4) Como Elaborar Controles Financeiros 5) Como Elaborar Estratégia de Comercialização 6) Como Elaborar um Plano de Vendas 7) Como Elaborar um Plano de Cadastro, Crédito e Cobrança 8) Como Elaborar Campanhas Promocionais 9) Como Elaborar um Planejamento de Recursos Humanos 10) Como Elaborar o Preço de Venda. Os manuais estão disponíveis para download na Biblioteca Digital, impresso em nossos pontos de atendimento, valor R$ 10,00 cada manual. É necessário agendar atendimento para comprar o material.
Recursos Humanos e Gestão de Pessoas
Sim. O Brasil é um dos países com a maior taxa de empreendedorismo do mundo. O número de novos negócios no país é a cada ano maior. Seja por necessidade ou mesmo por oportunidade, o empreendedor brasileiro se destaca dos demais por sua criatividade, perseverança e dinamismo. Apesar disso, falta à maioria, capacitação gerencial para administrar suas empresas. A capacitação gerencial, principalmente nas áreas de atendimento ao cliente, marketing e finanças é fundamental para o desenvolvimento profissional dos empreendedores e seus negócios. Cabe ao próprio indivíduo procurar as instituições de treinamento e começar a trilhar seu caminho educacional. O Sebrae, com a missão de desenvolver os pequenos negócios brasileiros, possui vários cursos nesse sentido, entre eles o Empretec. Sandro Patrício - Sebrae Minas
A elaboração de um roteiro pode facilitar a condução da entrevista de seleção de pessoal. As perguntas devem ser feitas de forma a identificar informações relevantes sobre a adequação do candidato à vaga, como experiência profissional anterior, escolaridade, conhecimentos específicos, saúde, motivação, etc. É uma oportunidade para verificar a coerência entre o currículo apresentado e características do candidato, como o raciocínio, a fluência verbal, postura, forma de se apresentar, comportamento, expectativas, motivação para a vaga, etc. O roteiro deve ser estruturado na fase de preparação da entrevista, para possibilitar ao entrevistador obter as informações que necessita para tomar uma decisão, quanto a escolha do candidato adequado. Autora: Cacilda Nacur L. Thusek Sebrae MG
A entrevista é um excelente instrumento para obter informações sobre as experiências, habilidade e aspectos pessoais dos candidatos, todavia é necessário utilizá-la de forma adequada. É importante uma prévia preparação antes de realizar a entrevista: Conhecer as exigências da vaga, analisar os currículos ou fichas de inscrição dos candidatos e escolher o local da entrevista (evitando interrupções e constrangimentos). Durante a entrevista propriamente dita, aconselha-se direcionar as perguntas, estimulando a expressão dos candidatos, com foco nas necessidades do respectivo cargo. O entrevistador também deve ficar atento a linguagem não verbal apresentada pelo candidato. É responsabilidade do entrevistador garantir que a entrevista ocorra dentro de um clima de receptividade e respeito. Autora: Cacilda Nacur L. Thusek Sebrae MG
Sim, as pequenas indústrias e prestadoras de serviços precisam saber exatamente o valor da hora trabalhada. Para encontrar o custo de uma hora, considere, primeiro, o valor gasto anualmente com os funcionários que atuam diretamente na produção ou na execução dos serviços, considere os salários, encargos, benefícios, etc; segundo, o total de horas úteis e disponíveis para produzir, para isso considere a quantidade diária de horas úteis e produtivas, e o número de dias úteis do anos. O custo da hora é o resultado da divisão dos gastos totais pela quantidade de horas úteis. Por exemplo, supondo R$ 10.000,00 de gastos e 1.000 horas úteis, temos R$ 10,00 de custo por hora. Para obter o custo da mão-de-obra no produto, multiplique o valor da hora pela quantidade de horas usadas na produção. Autor: Luís Lobrigatti Sebrae-SP
Empresas sujeitas ao aumento eventual de suas atividades podem adotar o banco de horas como forma de diminuição de custos com horas extras. Por esse sistema, as horas extras de um determinado período passam a ser compensadas com folgas concedidas aos empregados no período de menor atividade. Desta forma, a empresa fica isenta do pagamento dessas horas. É importante frisar que a adoção do banco de horas só será possível através de um acordo entre a empresa, o sindicato e seus empregados. Este acordo deverá estipular o prazo de duração do banco de horas, que não poderá ser superior a doze meses. Vale lembrar que a legislação trabalhista não permite que sejam realizadas mais de duas horas extras diárias ou então dez horas semanais. É importante que a empresa interessada na adoção do banco de horas inicie a negociação com o sindicato e planeje adequadamente sua implantação. Autor: Boris Hermanson Sebrae-SP
Existem várias formas para buscar novos profissionais no mercado, como recorrer a divulgação das vagas em quadro de avisos da empresa, internet, rádio, jornal, divulgação em associações de bairro, buscar serviços de empresas especializadas em recrutamento e seleção, entre outras. Não existe uma melhor alternativa, pois cada uma atinge uma determinada categoria de profissionais, com variação de custos e tempo de resposta. Alguns fatores influenciam o recrutamento, como disponibilidade de mão de obra na região, o mercado de trabalho, a imagem da empresa na comunidade e a política de pessoal adotada pela empresa. Estes aspectos podem facilitar ou dificultar o processo. Autora: Cacilda Nacur L. Thusek Sebrae MG
O empresário interessado em estimular a produtividade de seus empregados, sem aumentar seus custos com encargos sociais, pode adotar o programa de participação nos lucros. Sobre os valores pagos a título de participação nos lucros, incidirá, apenas, o imposto de renda retido na fonte. Através desse programa, o empresário criará regras que permitam que seus empregados participem do aumento da produtividade ou do faturamento de sua empresa. Uma vez definidas as regras, é necessária a formulação de um acordo entre a empresa interessada e o sindicato de seus empregados. Deve estar previsto o prazo de duração do programa e sua forma de fiscalização. É importante frisar que a participação nos lucros só pode ser paga em intervalos mínimos de seis meses e a lei não admite quaisquer antecipações. Autor: Boris Hermanson Sebrae-SP
O Recrutamento visa atrair candidatos potencialmente qualificados para preencher as vagas disponíveis, processo relevante para assegurar uma seleção eficiente. Pode ser interno, movimentando funcionários que pertencem ao quadro da empresa, através de promoções e transferências ou externo buscando profissionais no mercado. Frente a necessidade de contratar novos profissionais, o empresário deve ser cuidadoso nesta escolha, pois recrutar não é simplesmente buscar indicações de nomes de pessoas conhecidas e efetuar a contratação. Os critérios devem ser claros e definidos, de forma a atender as necessidades do cargo. Lembre-se que existem empresas especializadas no recrutamento e seleção de pessoas. Autora: Cacilda Nacur L. Thusek Sebrae MG
Para efetuar o recrutamento de pessoal com sucesso, o empresário deve ter a descrição do cargo com as principais atividades a serem exercidas e do perfil do profissional a ser contratado. A descrição do perfil do profissional desejado deve conter a escolaridade / graduação exigida, conhecimentos, experiências, características e habilidades pessoais desejadas do futuro funcionário. O perfil do profissional deve "encaixar" na descrição do cargo, de forma a favorecer a adaptação no ambiente de trabalho e o desempenho na exercício da função, ou seja, o perfil desejado não pode ser aquém e nem além das exigências do cargo. Autora: Cacilda Nacur L. Thusek Sebrae MG
Sustentabilidade e Responsabilidade Social
As copiadoras eletrostáticas consomem mais energia, porque o cilindro de fixação da cópia se mantém aquecido. Essas máquinas, se ligadas permanentemente, podem representar um acréscimo considerável em sua conta de energia. Para economizar energia com a copiadora, junte um número razoável de originais a serem copiados de uma só vez e, após o uso, desligue-a. Autor: Flávio Baeta Moreira Sebrae-MG
Os equipamentos de telecomunicações apresentam um consumo reduzido – normalmente da ordem de 10 a 30 kWh/mês. Os modernos equipamentos eletrônicos gastam menos que os eletromecânicos. Com esses equipamentos, o maior cuidado deve ser tomado com a alimentação elétrica. Permanecendo ligados quando os escritórios estão vazios, podem ser fonte de curtos-circuitos e de incêndios. Por isso, é necessário instalar um circuito de alimentação separado, com proteção adequada. Autor: Flávio Baeta Moreira Sebrae-MG
Se o equipamento estiver em boas condições, pode gastar entre 15 e 30 kWh/mês (o consumo de energia depende muito do uso). Elimine vazamentos no registro da água: eles provocam desperdício de eletricidade e de água. À noite e nos fins de semana, desligue o aparelho. Autor: Flávio Baeta Moreira Sebrae-MG
Utilize estes equipamentos de forma racional e dimensione a quantidade necessária para cada demanda de trabalho na empresa. Procure usar os aplicativos internos para desligar o computador e, assim, economizar energia. Por exemplo, o Windows tem uma opção na barra de tarefas que executa este serviço, denominada "Energia". Outra opção é simplesmente desligar o monitor quando se ausentar do micro por mais de cinco minutos. O monitor é responsável por 40 a 50% da demanda de energia do conjunto. No caso de impressoras, otimize seu uso, não desperdiçando cópias e imprimindo apenas o que for indispensável.
Com a difusão de equipamentos eletrônicos, vem aumentando o uso de aparelhos de transformação e estabilização da tensão (voltagem). Estes apresentam um consumo reduzido (tipicamente da ordem de 5% a 15% da potência nominal de placa do equipamento), porque o consumo efetivo é dado pelo equipamento ligado a eles. Ainda assim, se permanentemente ligados, podem apresentar um consumo sensível. Por exemplo, um estabilizador de 500 watts, típico para uso com microcomputador, pode gastar cerca de 20 a 30 kWh/mês. É, portanto, recomendável, desligar o equipamento e o estabilizador. Autor: Flávio Baeta Moreira Sebrae-MG
Vendas
A nota fiscal eletrônica (NF-e) é um documento digital, ou seja, um arquivo que é emitido e armazenado eletronicamente. Seu objetivo é registrar, para fins fiscais, operações de circulação de mercadorias ou prestação de serviço. Ela fornece garantia jurídica, que é amparada pela assinatura digital do remetente e recepção do Fisco, antes da ocorrência do fato gerador. Vale destacar que uma transação somente poderá acontecer, após a emissão da NF-e; porém, é necessário enviá-la, previamente, ao portal da Secretaria da Fazenda, que retornará a solicitação do emissor num curto período de tempo. Para emissão da NF-e é necessária a utilização de um certificado digital, que deve ser adquirido junto a uma Autoridade Certificadora (AC) credenciada na ICPBrasil. Uma lista das Autoridades UAIE – Unidade de Atendimento Individual ao Empreendedor CORE – Central de Orientação Empresarial Certifcadoras comerciais pode ser obtida no site do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, ITI: www.iti.gov.br. As empresas que desenvolvem uma das atividades listadas abaixo são obrigadas a apresentar a nota fiscal eletrônica: - industrial; - comércio atacadista e distribuição; - saída de mercadorias com destino a outros estados e; - fornecimento de mercadorias para a administração pública. Para mais informações sobre as atividades que podem optar pela emissão da NF-e, sugere-se acessar o link: www.nfe.fazenda.gov.br/portal/participante_obrigatorios.aspx.
Muitas empresas quebram a cabeça em busca de diferenciais competitivos que as façam vender mais. Algumas até pensam em fazer grandes investimentos em equipamentos, tecnologias e instalações. Isso não é errado, mas que tal pensar em algo mais simples e eficiente? Estamos falando de cuidados especiais no atendimento ao cliente. Treinar e motivar o pessoal de atendimento, todos que têm, de alguma maneira, contato com os clientes, é uma atividade barata e de retorno imediato. É importante que a empresa adote o conceito de que tão importante quanto a conquista de novos clientes, é a manutenção dos mesmos, através de relacionamentos de longo prazo, que podem gerar lucros surpreendentes. Fazer com que o mesmo consumidor compre mais vezes de sua empresa e sempre da sua empresa, é uma situação que somente acontecerá se as políticas de atendimento forem realmente eficientes. Aproveite a vantagem que só a pequena empresa tem: proximidade e interatividade com o cliente, que facilita o desenvolvimento de relações pessoais lucrativas e duradouras.
Para avaliar a lucratividade de uma empresa, temos que verificar se suas vendas são suficientes para cobrir todos os custos e despesas e, ainda, obter um resultado positivo. Em seguida, empresário deverá dividir o lucro líquido pelas vendas. O resultado dessa operação lhe dará a lucratividade da empresa. Relembrando, a lucratividade é igual ao lucro líquido dividido pelas vendas. A lucratividade da empresa deverá ser comparada com a média do setor, além de atender à expectativa do empresário. Podemos dizer que, em média, uma lucratividade de 5 a 10% sobre as vendas é considerada satisfatória, para as atividades comerciais e industriais. Já para as empresas que prestam serviços, a lucratividade média costuma ser de 15 a 20%. Lembre-se, a lucratividade aumenta proporcionalmente ao crescimento das vendas ou redução de custos e despesas. Autor: José Carlos Cavalcante Sebrae-SP
Diferenciais competitivos são os atributos que tornam a empresa única e superior aos seus principais concorrentes. Tratam-se das vantagens e benefícios exclusivos que a empresa proporciona à sua clientela e que a concorrência ainda não conseguiu oferecer. Diferenciais competitivos somente têm valor quando o mercado consumidor percebe estas vantagens. Por isso, além de possuir esses diferenciais, a empresa também precisa divulgá-los de forma adequada. Diferenciais desconhecidos não aumentam as vendas.
Para avaliar a aceitação de um produto no mercado, é necessária a realização de uma pesquisa junto ao seu público-alvo que deve incluir perguntas sobre os principais aspectos de qualidade (design, embalagem, durabilidade, etc.) e desempenho do produto (aplicação, rendimento, etc.), além de uma percepção de valor, para direcionar o preço futuro.
Para cada situação, há um tipo mais adequado de promoção de vendas. Porém, existem erros muito comuns que podem e devem ser evitados. Vou comentar a seguir alguns deles. Um dos erros mais comuns é oferecer um benefício pouco atraente; quando a vantagem ou o prêmio oferecido não é suficiente para chamar atenção e incrementar as vendas, como os descontos pequenos ou prêmios baratos. Outro é a imposição de uma compra muito alta para ganhar um benefício, como uma loja de roupas dar um brinde apenas para quem compra acima de R$ 100,00. A baixa qualidade dos brindes distribuídos durante a promoção também é um erro muito comum e que pode provocar a ira do cliente. Evitando esses erros, as empresas aumentarão, e muito, as chances de sucesso de suas promoções de vendas. Autor: Gustavo Carrer Sebrae-SP
Sem dúvida, o desconto é a forma mais simples de realizar uma promoção de vendas. Porém, nem sempre é a melhor forma de atrair clientes ou atender às necessidades do empresário. A idéia do desconto é que vender mais produtos compensa o preço mais baixo. Só que nem sempre é o que ocorre. Muitas vezes, abaixamos o preço para vender mais e a concorrência também abaixa, anulando os efeitos de atração da promoção. Outro problema associado ao uso indiscriminado de descontos é a percepção de qualidade do produto. Com o passar do tempo, os preços reduzidos podem deixar a impressão de má qualidade. Para ter sucesso nas promoções de vendas, o empresário deve entender as necessidades e hábitos dos clientes e ajustar o incentivo promocional, que nem sempre será o preço. Muitas vezes, os clientes podem estar mais sensíveis a brindes ou sorteios do que a descontos. Lembre-se: Não importa qual o seu produto ou cliente; quando falamos de promoção de vendas, sempre há espaço para a inovação. Surpreenda e venda mais, sempre. Autor: Gustavo Carrer Sebrae-SP
Preço de venda calculado através de fórmulas, serve apenas como um referencial de comparação com os preços de mercado e, também, para avaliar se a estrutura de custos da empresa é competitiva. Para definir o preço de venda, é necessário conhecer, primeiramente, os custos de produção ou os custos dos serviços prestados. Em seguida, deve-se considerar a carga tributária, como o ICMS, o PIS e outros. Também não podemos esquecer de considerar as despesas de comercialização, como por exemplo, a comissão dos vendedores. Lembre-se que o preço de venda também precisa cobrir as despesas fixas. Finalmente, deve-se estimar a lucratividade desejada. O empresário deverá comparar o preço de venda calculado, com os preços praticados pelo mercado e, caso seja necessário, deverá ajustar seu preço e custo para manter a empresa mais competitiva. Autor: José Carlos Cavalcante Sebrae-SP
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